domingo, 28 de novembro de 2021

Não Se Pode Cantar e Mascar Chiclete..

Cinema, fui assistir a um filme infantil com uma irmã. Dentro da sala também havia um palco de teatro. Josy estava lá, nem sei quem ela é, mas pude ver que era a responsável pelo teatro. Vimos apenas o início do filme, pois eles pausaram para as pessoas fazerem exercícios físico em plena sessão. O pessoal pegava os assentos e colocava no chão, pareciam poltronas de avião. A música The Climb, da Miley Cyrus tocou três vezes. Uma mulher loira, mais velha, sentou ao meu lado e cantou junto comigo. Nós sentamos de costas para as cadeiras originais, em outras poltrona. 

No início da sessão, sentamos na frente, o local era iluminado e pude ver a cor bege das paredes do mezanino. Em seguida, sentamos mais para trás e tudo ficou escuro. Do nada, a Miley apareceu na tela. Todos cantavam! Eu queria mostrar que sabia a letra, mas o chiclete atrapalhava. Toda vez que eu tentava cantar, ele grudava nos meus dentes ou na garganta. Eu tirava, mas não conseguia remover tudo. E vinha mais e mais..

De repente, estou num quarto, similar a um da casa de minha irmã. Meu cunhado pergunta pra ela o que vamos comer no dia seguinte. Se seria massa com molho.. Então, me ofereceu o que ele comia, um pão que também lembrava bolacha, com feijão. Ele diz pra minha irmã que a água está esquentando e que ela pode pegar a farinha e fazer a massa com molho. 

Mais tarde, estou subindo a Plínio (Porto Alegre), chego na rótula, onde fica a Blockbuster. Chovia durante o dia e eu cantava a música da Miley, porém, o chiclete continuava me atrapalhando. Não podia abrir a boca que a goma de mascar voltava. Vestia um moletom, cabelo preso e caminhava como se estivesse fazendo um clipe. No fim, avistei uma outra rua e, numa parede de tijolos à vista havia uma placa branca retangular e alguns números nela. Acredito que eram o 57481.


28/02/2017

A Guria Dourada

Os Fugitivos das Construções

Uma casa de dois andares, quarto de casal. Ouço alguém tocando a campainha, fui olhar na janela. Observei que, lá embaixo, dois homens entravam no pátio. Um deles, o mais alto, sorriu pra mim e disse que a senha estava disponível na parede. Fiquei com medo, sabia que era mentira, eles foram contratados para consertar o sistema de alarme, mas iriam, na verdade, assaltar, mas não contavam com o fato de eu estar em casa. Liguei para o meu cunhado. Inesperadamente, estamos numa caminhonete, fugindo dos assaltantes. Ao mesmo tempo, nós parecíamos estar nos preparando para pegá-los. Foi, então, que eles começaram a nos perseguir com uma caminhonete branca. O cara que sorriu pra mim antes, agora, controlava uma máquinas de construção que ligavam e se manifestavam durante nossa fuga. Meu cunhado acelerava para ultrapassar um prédio em obras que era demolido para nos acertar. O cenário muda, estamos dentro do carro, mas numa lancha, barco inflável, podia ser uma balsa, que nos levava até um navio.


01/03/2017

A Guria Dourada

sábado, 27 de novembro de 2021

Viajar ou Não Viajar, Eis A Questão!

A família estava prestes a viajar, com exceção de mim. Na última hora, fiquei com vontade de ir junto, mas já era tarde. Ao mesmo tempo, me vi dentro de um ônibus de viagem, a irmã J. estava comigo. Ela sentava no encosto da cabeça de uma das poltronas e, com as pernas esticadas, se apoiava no outro que ficava à frente. Era dia, pois podia-se ver a luz passando pela janela.

O ônibus, de repente, tinha bancos daqueles de transporte público diário. Com ferros para o passageiro, em pé, se segurar. As cores dos assentos eram em tom azul e amarelo, como os de linha comum. Incrivelmente, estava lotado, porém, ninguém em pé. A irmã P. estava sentada atrás de mim e o namorado dela no banco da frente. Quando me virei para trás, um pouco na diagonal, pude ver um senhor gordo, com olhos azuis que parecia um ator de tempos antigos.

Em outro momento, ainda durante o dia, eu estava na parte de cima, na varanda de um local em construção. Um prédio onde a minha amiga Maria morava. Ela, o esposo e o sogro dela estavam em casa, deitados na sala assistindo televisão. Lá embaixo, vi uma menina brincando, falei com ela carinhosamente. Eu não estava muito alto. Nesse instante, me apoiando bem na estrutura para entrar, eu me virei e quase caí. O sol brilhava! Então, perguntei pra Maria porque eles haviam voltado antes da praia. Não lembro da resposta.

Agora, estamos em um Shopping iluminado e nada mais lembro do sonho.


26/02/2017


A Guria Dourada

sexta-feira, 26 de novembro de 2021

A Predadora Ninja - Que Os Jogos Comecem!

PUCRS, o campus parecia a beira da praia. Era noite, fim das aulas, eu e minha amiga Ju fomos para a parada de ônibus, hora de ir embora. O local estava cheio de pessoas em cima dos cômoros de areia e todos esperavam por suas conduções iluminados pela lua. Fomo buscar a minha bolsa, um saco de tecido marrom, que estava em outro monte. Subi uma escada de madeira, peguei-a e voltamos para o nosso cômoro. Colocamos nossas amigas Gabi e Lu em táxis diferentes. De repente, alguém está tirando foto de um grupo de pessoas, vou lá para participar e minha irmã P. está junto. Ela me diz pra olhar em direção à tia S., que estava mais acima e também sendo clicada. Ainda era noite, a lua estava cheia e a P. usava óculos de sol. Subitamente, o cenário muda, é um lugar congelado, agora, em dia de sol e sinto que estou na Antártida. Uma mulher predadora, ou seja, cosplay de Predador aparece e, para meu espanto, sou eu. Demorei para perceber, mas identifiquei que era uma mulher porque os seios ficaram salientes na fantasia e a sensação de que era eu mesma começou a se intensificar. Possuo alguma lâminas, parecem japonesas, Fico parada, olhando para as montanhas de gelo, escolhendo qual entrada pegar e opto pela direita. Os jogos começam!

Mais uma vez o ambiente muda e já não estou mais na Antártida e sim em uma antiga casa que morei em Canoas, no Rio Grande do Sul, Brasil. Era noite. Eu deveria entrar sorrateiramente, coletar um objeto e sair. Entrei em silêncio! A casa estava diferente. Fiz a volta em uma sala escura, Havia objetos no chão em posições que formavam um quadro. Escolhi pegar um chinelo Havaianas que parecia ser azul. Tudo estava meio laranja, acho que eu usava óculos infravermelho. Sim, laranja, pois o que vale nos sonhos é a percepção de cada um. Quando me dirigi à saída, vi uma porta com janela de vidro, basculante. O vidro tinha um design de bolinhas em relevo e estava quebrado. Minha sensação era de que eu deveria sair  por ele como se fosse um Ninja, pulando de cabeça, com os braços esticados. Nesse tempo, o dono da casa me ouviu, foi quando peguei o objeto. Ele dizia, ao longe: "Espera que eu tenho algo pra mostrar." e "É melhor pegara assim.". Saí e, na área, vi a mesma porta novamente. Saí outra vez. 

Minha hesitação não impediu que eu continuasse no jogo, mas tive uma sensação de medo e repreensão ao ser descoberta. Olhei para trás, porém, sem parar!

26/02/2017

A Guria Dourada