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quarta-feira, 28 de fevereiro de 2024

O Meu Eu Bailarina

Eu estava num salão bem iluminado. Logo à frente, à direita, um grupo de jovens bailarinas ensaiavam uma apresentação. No andar de cima, através da janela, pude ver uma turma fazendo o mesmo. Parecia que eu estava numa escola de dança. Avistei à esquerda uma estrutura de ferro prateada, parecendo uma escada suspensa. Pensei que ela me levaria até a minha sala para ensaiar com a minha turma. Subi! Lá no alto, tudo começou a balançar e eu pensei que iria cair. Aquele, definitivamente, não era o caminho para o meu ensaio. VI uma moça loira, cabeluda e crespa esticando os braços caso eu caísse. Aquilo tudo balança e eu me virava de um lado pro outro no topo. Eu disse: "Não vou cair, Deus vai me ajudar!". Quando me desequilibrei pra direção dos outros degraus suspensos e iria cair, vários elásticos grossos na cor bege surgiram do teto e eu pude me segurar neles. Foi assim que desci e não caí. Tudo foi se esticando até que eu chegasse ao chão em segurança. Deus estava comigo o tempo todo!


A Guria Dourada

sexta-feira, 3 de fevereiro de 2023

O Golpe de Fúria


Estou num prédio onde morei há muitos anos. Ficava em frente a uma praça. Mas ele estava totalmente diferente por dentro. Um evento está acontecendo. o prédio parece ter muitas salas, já não é como antes. Vejo muitas pessoas participando. Algumas estão usufruindo das minhas coisas que têm no apartamento.

Eu me aproximo de um armário de madeira aberto, apenas prateleiras. Muitas objetos guardados, mas só presto atenção à escada fina, estreita que também é de madeira. Noto que sou eu quem aluga o local. Um homem, o qual agia como chefe, me deu ordem de entregar umas sacolas com brindes. Pareciam cestas básicas de fim de ano. Lembro de ele chamar minha atenção porque eu não encontrei o cliente do sorteio daquela rodada. Ele disse: "Dione, há outros andares." Como quem diz para eu procurar o cliente em outras salas. Acho estranho, pois não participo do evento, sou apenas a dona do apartamento e não funcionária de ninguém. Então, fico sem entender o porquê de receber uma ordem. No entanto, de fato, o cliente estava em outro piso, em reunião. Quando o vi, identifiquei o vilão do filme "Um Tira da Pesada" que assisti dias atrás, o ator Steven Berkoff.

A praça está cheia de gente. É noite, estou na calçada, quase chegando no prédio. Um cara de camiseta branca me agarra e, segurando meu braço para trás, me joga no chão e coloca o joelho nas minhas costas, como num golpe para me mobilizar. Ele começa a dizer bem bravo que uma outra mulher, não lembro o nome que foi dito, tinha mais namorados do que eu. O homem está furioso comigo, falava sério, com firmeza e agindo como se estivesse com ciúmes de eu, supostamente, estar saindo com outros.

28/01/2023

A Guria Dourada

sábado, 24 de dezembro de 2022

O Homem e a Escada

Sonhei que estava em alguma aula de história, porém, era uma professora antiga de geografia que nos passou a tarefa de fazer uma redação sobre dois personagens históricos de livros. Eu fiz a minha redação em um pedacinho de papel, não havia levado caderno e não sabia que podia pegar um livro para consulta. Briguei com meus colegas, pois a professora não havia dito que podíamos consultar os livros. Mas eles disseram que sim, ela falou, e estavam todos consultando. Acho que não fui bem nessa tarefa, entretanto, não foi o suficiente para não passar.

De repente, um homem branco e cabelo preto, estava interessado em mim. Ele fazia parte da classe e, pegando uma escada preta, me colocou no degrau mais alto. Depois, carregando a escada para algum lugar perto do telhado/forro, onde havia um alçapão. A minha sensação era de que ele estava tentando me dizer que me colocava num pedestal, que eu era a mais importante pra ele. Ele continuava carregando aquela escada comigo em cima e, cada vez mais, eu subia.


29/06/2022

A Guria Dourada

quarta-feira, 24 de novembro de 2021

Noite Transcendental!

Rua João Wallig, Porto Alegre. Estava no carro com a família cantando Holiday da Madonna. Eu pedia para meu cunhado cantar, mas, pelo espelho retrovisor, ele ria e acenava negativamente com a cabeça. Nós estávamos tentando animar a matriarca. De repente, minha irmã e meu cunhado se separaram de nós e seguiram viagem no carro deles. Eu parecia levar a matriarca nas costas, outras vezes, no colo e em outro carro também. De volta à rua Wallig, agora na calçada lateral do Shopping Iguatemi, em frente aos prédios cor de telha, vejo uma estradinha. Um caminho nada a ver com o destino, a praia (litoral norte RS). 

A grama verde me chama atenção, desci para pegar a outra estrada, pois, ao mesmo tempo, eu estava a pé e de carro. Perdi a família de vista! Ao pisar na calçada, reparo num fusca branco. Chegamos em algum lugar.. uma sala com cadeiras, bancos e mesas escolares. Reservei uma cadeira pra mim, mesmo sentada em outra. O professor chegou, então fui para a minha classe de sempre. Em seguida, estou em outra classe arrumando meus pertences. A sala estava lotada. Eu não enxergava direito o quadro negro, mesmo que mudasse de local. A matriarca e a irmã P. que espreitavam na porta, saíram. A sala era escura, sem iluminação, porém, brilhava o sol lá fora. O professor escreveu várias coisas no quadro. Ele era branco, usava óculos, cabelos crespos. Tinha uma caveira (esqueleto) desenhada no quadro. Um colega estava recolhendo as mochilas, a minha era de saco cor lilás e alças pretas. Minha classe era a primeira, no entanto, foi ocupada por uma guria obesa, de cabelo curto. Questionei o professor sobre estarem pegando nossas mochilas. Era a maneira dele nos punir por eu ter ficado me arrumando na classe a aula inteira. Disse a ele que estava resfriada e que minha voz não saía direito, mas que me esforcei. Já havia passado por várias turmas que foram consideradas bagunceiras, todavia, eu nunca havia feito nada. As turmas eram assim mesmo! O interessante é que eu tinha 37 anos já e não precisava passar por isso. E o professor achava que era só chegar e colocar tudo no quadro, que aquilo era dar aula?

Fui para a rua, nesse momento, o ambiente muda para um navio. Uma máquina enorme e quadrada chega perto do navio e "estaciona" ao lado dele. Era um tipo de expositor gigante que flutuava e servia para mostrar o lançamento do novo C-3PO do Star Wars e, o curioso, em miniatura. Achei bonitinho e sorri! Peguei uma caixinha para olhar o preço. Custava 200 dólares. Nesse meio tempo, um homem loiro sorriu pra mim também. Havia mais pessoas em volta. Apesar de eu não contar nenhuma novidade aqui, eu tinha a sensação de que o mundo era mais desenvolvido tecnologicamente do que hoje em dia.

Era noite, eu estava em uma casa, desci as escadas em busca dos meus, daqueles que estava em sintonia comigo, que faziam parte da minha família de alma. O pessoal desse novo local parecia ser muito diferente das pessoas que conheço aqui na Terra. Possuíam algo especial, como se fosse magia. Aliás, todo o lugar tinha um ar mágico, transcendental. Desci alguns degraus e me deparei com um alagamento, o que virou uma piscina de água dourada bem no final da escada. Todos se banhavam naquela água. Quando olhei novamente para a água, identifiquei olhos de lagartos amarelados. Com o punho fechado, estendo a mão para cumprimentar alguém e há correspondência. Aquele cumprimento de "soquinho".. sorrimos! Um lugar misterioso, perigoso até, ambientado com música de fundo instrumental. Eu não podia descer mais, pois a água já estava escura. Senti um pouco de medo e, em seguida do cumprimento, saí.


22/02/2017

A Guria Dourada

terça-feira, 23 de novembro de 2021

Sempre tem Proteção na sua Jornada!

Era um fim de tarde nublado em algum Shopping Bourbon, vejo a escada. Enquanto eu subia, muitas pessoas pararam para impedir minha passagem. Passei por cima delas, pisoteei uma mulher branca de cabelo preto. Quando terminei de subir, ela me xingou. Havia skatistas entre essas pessoas, um guri moreno que segurava seu skate, era meu amigo.

À noite, meu amigo skatista estava numa varanda, ele havia se machucado no peito, fui buscar ajuda. Avistei um hospital de freiras com uma cruz vermelha na frente. A iluminação da rua era amarela. De repente, o Marcelo Grohe, ex-goleiro do Grêmio estava à esquerda, em outra varanda. Ele falou algo pra mim que não me recordo.

Um anjo, homem musculoso, corpo bem definido, usando somente uma calça surgiu com as asas abertas, elas eram pretas acinzentadas, ou algo assim, e combinavam com a calça. O sonho acaba com um lindo pôr do sol, e o Céu bem alaranjado.


21/02/2017

A Guria Dourada

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