domingo, 17 de julho de 2022

Jogo De Cartas

Sonhei com jogo de cartas, havia baralhos comuns e outras cartas parecendo com as de Tarot. Uma mulher e um homem jogavam comigo. As cartas comuns de baralho eram muitas, várias dos mesmos naipes. O homem estava tentando me ensinar a jogar, pois ele era o campeão. Lembro de ter visto o score dele numa tela. Neste momento, aparecem as cartas estilizadas de Tarot. Porém, em cima da mesa, quando eles estavam começando o jogo comigo, as cartas eram de baralho comum como as de pôquer e canastra. Vejo um 10 de paus e um rei, mas não lembro o naipe.

As cartas estavam espalhadas ordenadamente pela mesa. Como numa fileira quando colocamos o baralho em cima do móvel e puxamos para o lado, abrindo as cartas. Eu precisava aprender a tirar as cartas certas. O homem me parou e falou algo quando peguei uma. Como um professor, ele me ensinava.

Então, em outro sonho, vejo o ator Chris Egan abraçado em uma loira de cabelos compridos e levemente cacheados. Eles estavam deitados numa cama. Era como se estivessem protagonizando uma cena de amor meio selvagem. Ela segurava uma arma e ele a desarmou e fingiu atirar nela, visto que a arma não disparou nas primeiras vezes. Ao mesmo tempo, parecia sério, pois ele atinge a mulher no lado esquerdo e ela morre na hora. Tudo porque, abraçados, eles "brincavam" com a arma. O Chris fugiu! 

Lembro que ele saiu nadando por um rio ou mar, não sei ao certo. Alguém, em alguma embarcação como navio ou submarino, estava procurando por dele. As pessoas diziam que o Chris não poderia ir tão longe a nado. E, no final, eu tinha a sensação de ser, energeticamente falando, a mulher assassinada, entretanto, na aparência, ela não tinha nada a ver comigo.


14/06/2022

A Guria Dourada

sexta-feira, 15 de julho de 2022

Descendo A Montanha

Uma montanha de areia com verde em volta, parece o Morro do Careca em Natal/RS, porém, quando uma mulher e três cachorros começam a descer, o lugar se transforma em uma montanha de neve. Era tudo lindamente branco! Dois cachorros da raça Poodle e pelos nas cores preta e branca, desciam enroscados um no outro, formando um arco giratório. O terceiro era cinza com branco, lembrava a Priscilla da Tv Colosso.

Eu assistia a tudo de um pátio de uma casa desconhecida. Havia uma árvore no quintal, algumas plaquinhas redondas com mensagens penduradas nela. Provavelmente, uma criança as fez, pois a caligrafia era colorida e infantil. Lembro que não ter pego meu celular, acessei minha bolsa para pegá-lo através da janela. Ela estava em cima de um móvel. Nesse momento, vejo uma carteirinha antiga do clube da praia que veraneio, era rosa. Peguei meu smartphone para tirar foto de quem descia a montanha.

Um professor cabeludo que dava aula no cursinho pré-vestibular estava do lado de dentro, próximo à janela. Quando ele me viu, disse: "Sabe, Dione. Isso me lembra os meus tempos de viagem pela Bolívia!". E se virou para continuar conversando com outra pessoa. Ao olhar para trás, vi uma rua, onde um homem ensinava outro a pilotar um triciclo e, ao acelerar, o triciclo virou uma Kombi branca com uma frase em azul na lateral. O cara não estava dirigindo muito rápido, mas se desgovernou e bateu, de leve, na parede. O dia estava ensolarado e já não era mais aquele ambiente montanhoso.

Dentro da casa, antes de eu sair, observei uma mulher e três crianças. Enquanto a mulher fazia café na cozinha, duas crianças dormiam num colchão na sala a outra não estava mais no local. Uma menina loirinha me vê colocando os chinelos ao contrário por duas vezes e diz algo que não me recordo. Digo sorrindo: "Coloquei o chinelo virado de novo!". Saí e pude ver novamente a montanha coberta de gelo e todo o restante da paisagem.

07/06/2022

A Guria Dourada

domingo, 3 de julho de 2022

Bons E Maus Encontros

Estamos em um local que parece uma casa ou galpão de dois pisos. O chão é de madeira, o lugar está cheio de móveis, caixas e objetos envolvidos em plástico, isopor e outro material que parece algodão daqueles internos de colocar em casacos e roupas em geral que precisem de forro que bloqueia do frio. Enfim, o estabelecimento parecia um estoque de loja, um CD ou algo assim.

O chão onde piso está caindo, as madeiras se soltam e, enquanto caio, estico o braço e o meu amigo TW me pega pela mão, impedindo que eu me machuque. Ele estava encostado na parede perto da janela, onde se encontrava em segurança e pôde me ajudar. Entretanto, por um momento, fiquei pendurada, mas ele me auxiliou na descida e, quando olhei para baixo, pude ver caixas de madeira onde se transporta produtos com plásticos bolha em cima. Então, desci sem problemas.

Em outro sonho, estou deitada na minha cama atual, no lado direito de quem olha de frente. Eu me viro para o meu lado esquerdo, o qual era pra estar vazio, pois durmo sozinha, de repente, vejo a falecida matriarca da família com o antigo cabelo curto que ela usava em vida. Ela estava deitada ao meu lado tentando colocar um remédio em gotas na minha boca. Eu brigo com ela, mexendo os braços e batendo nela, tento me desvencilhar de suas tentativas de me envenenar. Ela insiste em me drogar, uma gota cai nos meus lábios, porém, como durmo sempre de boca fechada, pude limpar sem engolir. Não aguentei e fui pra cima dela, agarrei seu pescoço e comecei a sufocá-la. O que seria impossível, não há como matar um espírito.

O mais interessante é que , antes de dormir, eu senti cheiro de merda nesse mesmo canto da cama. Somente ali, isso é indício de espíritos maus ou pouco evoluídos que ainda se encontram no umbral. A casa estava limpa, logo, o cheiro não era real, e sim espiritual. Então, acabei sonhando, ou me encontrando com ela no astral. Se não bastasse ter destruído a minha família em vida, quer tentar me prejudicar após a morte. Jesus na causa! "Que os mortos enterrem os mortos.." (Lucas 9:60). Que Deus e os Espíritos de Luz se encarreguem dessa alma.


05/06/2022

A Guria Dourada

domingo, 19 de junho de 2022

Aconteceu Na Frente De Casa

Estou na rua Roque Calage em Porto Alegre. Chego em frente a uma casa branca e fico disfarçando, me deito no chão e finjo dormir na calçada de terra. Algumas pessoas estão à volta. Entro no pátio da casa e, mais uma vez, finjo estar dormindo. Agora, estou dentro da casa, o Renato Portaluppi é o morador e também meu namorado no sonho. Ficamos juntos e nos amamos.

Na cozinha, enquanto lava a louça, ele conversa com um amigo pelo telefone. Eu deito em cima de um balcão e cochilo. Antes, havia reparado no resto de picadinho de pimentão, tomate e cebola que ficara no prato e era despejado na pia. Estou usando um vestido amarelo. Vou para o quarto e atendo a uma ligação pelo what's, era minha amiga Maria. Ela fala bastante, digo que preciso ir, pois o Renato estava na sala me esperando, porém, ela continua falando e era alto, parecia uma gravação, um áudio. Tive dificuldade para desligar., até que consegui.

Na sala, o Renato estava cuidando do pai dele (em sonho, desconheço em vida de vigília), o mesmo sofria de demência ou algo assim. O local estava iluminado apenas por uma luz amarela. Percebo muitos frascos de remédios espalhados por toda parte. O Renato arrumou a cama que havíamos usado na sala. O pai dele usava camiseta e calção brancos. Fui procurar um banco ou mesinha para alguns de seus remédios que não tinham onde serem colocados. O Renato ficou feliz com minha dedicação. Ele precisava de ajuda, uma vez que, no dia seguinte, iriam ao hospital "Santa Lúcia" (desconheço) para fazer exames.

Em outra ocasião, lá fora, um homem atirava dentro de um carro que estava atravessado no meio da rua. O motorista foi atingido, mas não morreu. O criminoso mandou ele sair e o manteve como refém próximo a um ônibus mal estacionado. Algumas pessoas em volta. De repente, com cabelo comprido e uma aparência mais jovem, o Renato passa perto deles e o atirador larga o refém e começa a dizer feliz: "Olha, é o Renato!". É como se o Renato tivesse salvo a todos, acalmando o criminoso com apenas sua presença. Não lembro do restante, mas sinto que ficou tudo bem. Isso aconteceu na frente de casa.


02/06/2022

A Guria Dourada