domingo, 5 de dezembro de 2021

O Campo de Neve dos Seres Brilhantes

Havia um local que parecia ser um salão de festas. Eu estava lá brincando com os filhos da Angelina Jolie e ela observava tudo no hall coberto que ficava na frente da porta larga, a qual ficou aberta. Outra pessoa se mantinha mais atrás e à esquerda dela. Se não me engano, era um homem.

Resolvemos sair, olhei pra Angelina e, enquanto passava por ela, disse: "Linda, maravilhosa!" e "Wonderful, beautiful". Virando-se na minha direção, conforme eu caminhava, ela só me olhou fixamente. No hall estava escuro e o dia nublado..

Logo à diante, um campo com uma gramado lindo, extenso e bem verde, recebia a benção dos Céus em forma de neve. Quando eu e as crianças pisamos na grama, percebemos que eram, na verdade, borboletas brancas, quase transparentes e outros seres angelicais que sobrevoavam o campo. O ar estava cheio deles, era magnífico!

Nós sorríamos e brincávamos saltitando em frente, no meio de seres brilhantes. O Brad Pitt estava a nossa frente, como se fosse um guia a nos levar pra casa. Ele e eu éramos namorados e, naquele momento, senti que me divertia com os filhos dele para acostumá-los comigo, pois entrei na família e o Brad tinha a guarda compartilhada.

Mudando para outro sonho..

Meu antigo apartamento na Couto de Magalhães. Deitados no chão acarpetado do meu quarto, escondidos ao lado da cama, enquanto meu cunhado assistia à televisão, eu e meu amigo TW transávamos. Totalmente nus, ele me abraçava por trás e ali nos amamos!


05/12/2021

A Guria Dourada

sábado, 4 de dezembro de 2021

Noite de Treinamento

Era noite..

Estava em cima de uma rampa ou ponte.. Fui bater em um amigo loiro que usava calça de couro preta. Dei uma surra nele lá embaixo e o Jason Statham ficou lá em cima nos observando. Era um tipo de treinamento para o cara. Apanhar da mini Ronda Rousey aqui! (Risos)

Subimos!

De repente, era dia e estávamos no meu quarto. Uma bagunça! Caminhei por cima das camas até chegar no Jason e abraçá-lo e dar-lhe um beijo. Ele era meu namorado. Eu contava para o amigo loiro dele que eu já havia sido xingada pelo vozeirão dele.

No meu apartamento, ao telefone, falei mal dos vizinhos, sem perceber que a porta estava aberta. O Alex, meu ex, começou a fazer uma limpeza e não terminou. Ao fechar a porta, encontrei vários papéis e plásticos no corredor. E a gaiola do Romeu, a calopsita da minha amiga Maria ao lado da porta. A Manuela (política), limpava o ambiente interno do prédio. Ela disse que minha vizinha Adriana se livrava de tudo quando fazia faxina no ap. dela. Respondo que não, não era ela. Fechei a porta no fim do sonho e coloquei os jornais na porta, pois me preocupava com a minha cachorrinha Judy Poppy.



18/03/2017

A Guria Dourada

sexta-feira, 3 de dezembro de 2021

O Banheiro do Curso

Ônibus, desci perto do colégio Piratini, onde meu curso aconteceria. Notei o paralelepípedo, água turva no chão, mas o motorista me deixou na esquina, num lugar seco. 

Cheguei no colégio. Duas mulheres, uma negra e outra branca, careca e  com pano na cabeça, parecia ter câncer, me entregou um envelope com as recomendações do curso, o papel era pardo e estava escrito em azul. Ela disse que o curso precisava de um site ou página e grupo. 

Subi as escadas, parede de tijolos à vista, muitos andares em construção. No segundo andar, onde a professora Marília Gabriela lecionava, começou a tocar The Look do Roxette, os obreiros escutavam música. Estava em busca de um banheiro, não podia voltar pra casa, iria me atrasar. Precisava escovar os dentes e lavar o rosto antes do curso. Achei!

Peguei uma faca de prata, apaguei a luz por engano, pensando que ficaria mais forte. Uma guria loira e outra morena queriam me sacanear. Joguei a morena longe, a loira se apossou da faca. Todavia, consegui me livrar delas. Espelhos na parede acima das pias.

18/03/2017

A Guria Dourada

quinta-feira, 2 de dezembro de 2021

A Ideia Inicial, Era Só Inicial Mesmo

Uma casa com um quarto escondido que parecia um closet; Eu estava seminua, usava apenas uma calcinha modeladora. Meu cunhado iria levar a filha no colégio e depois trabalhar. Minha irmã havia saído primeiro, mas retornou. Ouvi o barulho do outro carro saindo, pensei, brevemente, que perdera minha carona. Porém, lembrei que eu não trabalhava mais no hospital. A matriarca aparece de relance. As vezes, tinha a sensação de que estava numa antiga casa verde, em outras, uma casa de outra cidade em que morei. 

A janela do quarto térreo estava aberta e iluminada pela claridade do dia. Mas, as luzes dos quartos no andar de cima era amarela. Detesto!

Num outro momento, eu estava em Canoas, na rua sem saída onde morei. Era uma casa com pátio enorme, pulei o muro e vi os donos cortando a grama e limpando a área. Fui oferecer meus serviços e acabei pegando a mangueira e regando e limpando o gramado, retirando as folhas caídas. Era dia de sol e algumas folhas caíram na piscina limpa, enquanto eu limpava.

Comecei a me aproximar de um homem alto, gordo e careca que também cortava a grama. Na verdade, era o dono do local e os filhos estavam com ele ajudando na faxina externa. De repente, vi uma pedra enorme e, me dei conta de que estávamos em cima de um pedregulho. E, lá embaixo, não muito abaixo, podia-se ver o mar e a praia. Então, disse: "Que lindo!" e um dos rapazes respondeu "Obrigado!". Ele era careca também e o outro tinha cabelo preto. Descemos!

O ambiente se transforma numa sala da casa. Paredes e portas na cor marrom. Tentei sair da casa, mas não consegui escalar de volta. Saí pela porta e foi difícil trancá-la. A mulher gorda e toda arrumada me xingou. Disse que eu, nem do jeito que eu estava, não era melhor do que ela. Ela era mãe dos guris e dona da casa. Quando saí, estava numa rua cheia de pessoas e lojas. Uma guria era vendedora ambulante de toalhas. Eu não conseguia caminhar, mas, com esforço, saí do lugar. Não queria que ela me abordasse. E, quando ela abordou outra pessoa, eu passei. Cheguei na esquina com duas toalhas enroladas em minhas mãos. Uma era preta e a outra amarela. Tinha a sensação de que eu havia roubado as toalhas. Voltei e joguei as toalhas em cima de um banco de madeira com assento azul que pertencia a um vendedor da esquina. 

Continuei meu caminho, estou, agora, na Cel. Lucas de Oliveira (Porto Alegre). Muitos carros parados  no sinal de outra rua que a cruzavam, enquanto outros carros desciam a Lucas. E dois cachorros descem a lomba correndo, um deles parecia ser um Dálmata e vinha em minha direção. Pensei que podia ser a Judy Poppy, minha falecida cachorrinha. A sensação me dizia que sim. Repentinamente, ela virou um cachorro minúsculo que cabia na palma da mão. Eu sentia que podia ser um tipo de bichinho da mata bem branquinho, similar a um verme com bico. Tive de montá-la, colocando a cabecinha de volta ao corpinho, por causa de sua fragilidade. Quando percebi, no final do sonho, ela estava em cima de um livro.

16/03/2017

A Guria Dourada