Mostrando postagens com marcador pedra. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador pedra. Mostrar todas as postagens

quarta-feira, 23 de fevereiro de 2022

Amizade de Infância

Casa de Canoas, um guri negro, magro de óculos de sol e prancha de surf aparece no pátio, no pequeno corredor querendo entrar. Ele xinga a P., pois o portão estava cadeado e ela não conseguia abrir. Eu apareço na janela do quarto de casal e digo: "Por que não entra pelo outro lado que está aberto?"

Esse guri parecia ser um amigo de infância. Fui até a outra porta xingá-lo e disse: "Por que agir assim? Tu és meu amigo, brincávamos juntos. Não tem necessidade de tratar as pessoas assim." Ele estava acompanhado de uma tia dele. 

Sentamos à mesa na área da casa. De repente, estávamos enchendo um enorme balão num estádio lotado de pessoas. Era branco, verde e não lembro se tinha outra cor, tenho a sensação de que sim. Levamos o balão  para um buraco quadrado, cheio de água, onde havia um ralo. 

Eu fiquei em cima de uma pedra comprida e retangular, me apoiando como se fosse uma prancha. A pedra estava em cima de uns ferros que impediam meus pés de serem molhados. A água estava escorrendo.. as outras pessoas estavam dentro com os pés na água. A água era limpa, mas havia um bichinho nela. O meu falecido padrasto estava na beira desse buraco olhando. 

A mulher, tia do meu amigo, alta e magra estava no estádio, dentro do grande balão sentada. Tive a impressão de ela ser eu mesmo. Ela era crespa e muito bonita.

Uma sala de uma fotógrafa, pedi para que ela tirasse uma foto minha com a Lady Gaga. A Gaga não parecia muito ela mesma. Quando fomos olhar o filme, havia fotos, filmes fotográficos, como se as fotos não fossem estáticas, mas se mexiam como nos quadros dos filmes do Harry Potter. A Gaga disse que estava gravado o discurso dela também neste filme. Um cartaz preto com a foto do TW de perfil apareceu no final e acordei.


02/01/2018

A Guria Dourada

sexta-feira, 4 de fevereiro de 2022

Carvão Azul

Sala de aula, perigo, pedra..

Bati a pedra na parede, provocando as pessoas do fundo da sala, querendo dizer que, se eles atirassem a pedra em mim, eu faria o mesmo.

Usando casaco moletom de capuz vermelho, falei com a turma, mostrando quem era a coordenadora. O Leonardo, paulista, e antigo colega de escola ficava acendendo e apagando a luz. Ele vestia o uniforme do São Paulo.

A minha amiga Ju saiu e eu e a Carol pegamos um monte de barras enormes de queijo e colocamos em sacolas para levar. Fomos atrás da Ju que nos esperava do lado de fora. Descemos as escadas, eu pulei de um lance a outro. Então, me apoio em ferros cheios de graxa que lembravam os da Torre Eiffel. Sujei minhas mãos. O Tyson, cientista, era um segurança e puxou minha orelha, mostrando o caminho certo para sair do prédio.

Outro sonho:

Sequestro de uma menina.. um homem numa cadeira de rodas.. carvão.. eu levava carvão num pote redondo e comprido em cima do ombro e uma sacola de carvão em mãos. Além de carvão no meu sapato, uma sandália transparente. E o carvão tinha um brilho azul.


13/11/2017

A Guria Dourada

sexta-feira, 21 de janeiro de 2022

Foi Feitiçaria

Eu estava em uma casa com paredes vermelhas, iluminação fraca, uma uma menina entrou na recepção, vindo de outra sala, com um bebê bem branquinho no colo. Parecia eu quando nasci. Ela entregou o bebê para um homem negro, de cabelos compridos, que estava sentado em frente a uma mesa no canto da sala, perto da porta que dava para a rua. Saindo da casa, parei para ver o bebê e disse: "Que lindo! Que amor!". Acariciei o bebê, o qual estava nu, e pude ver que havia um mosquito sobrevoando a cabeça dele, enquanto um pulga caminhava em seu rostinho. Tentei tirar os bichos, mas fui interrompida por uma mulher negra, com dentes acavalados, um pouco brava, e que usava um vestido justo ao corpo, nas cores azul e amarelo. Era a Mãe de Santo da Casa. Eu a abracei duas vezes e perguntei baixo em seu ouvido se ela estava bem. Ela fez cara de desconfiada.

Usava um terninho preto e botas de salto alto, cheguei na varanda que era pintada de vermelho e, à direita, P. falava de mim, da minha roupa para o Jensen Ackles e para o Padalecki. Gritei pra eles: "São tudo umas filhas da égua!". Desci a escadinha meio que escorregando, firmando meu corpo à esquerda da escada, perto de um arbusto. Já em pé, fui mais para o lado da casa e sentei em uma pedra e, olhando para P., gritei: "São todas umas caras de cavalo!". 

De repente, Fernanda, minha colega de faculdade, vem em minha direção e me entrega, rapidamente, dois papéis de presente dizendo que eram pelas tintas de cabelo que eu havia pago pra ela. O que me fez pressentir que era minha amiga Maria. Então, saiu às pressas. Essa atitude dela, de alguma forma, fez com que eu não retornasse à casa, como era minha intenção. Fiquei olhando os papéis e um príncipe e uma princesa loiros se destacaram no print. O que me fez pensar em mim mesma e no TW e, em seguida, tive a sensação de que teria gêmeos.


18/08/2017

A Guria Dourada

quinta-feira, 2 de dezembro de 2021

A Ideia Inicial, Era Só Inicial Mesmo

Uma casa com um quarto escondido que parecia um closet; Eu estava seminua, usava apenas uma calcinha modeladora. Meu cunhado iria levar a filha no colégio e depois trabalhar. Minha irmã havia saído primeiro, mas retornou. Ouvi o barulho do outro carro saindo, pensei, brevemente, que perdera minha carona. Porém, lembrei que eu não trabalhava mais no hospital. A matriarca aparece de relance. As vezes, tinha a sensação de que estava numa antiga casa verde, em outras, uma casa de outra cidade em que morei. 

A janela do quarto térreo estava aberta e iluminada pela claridade do dia. Mas, as luzes dos quartos no andar de cima era amarela. Detesto!

Num outro momento, eu estava em Canoas, na rua sem saída onde morei. Era uma casa com pátio enorme, pulei o muro e vi os donos cortando a grama e limpando a área. Fui oferecer meus serviços e acabei pegando a mangueira e regando e limpando o gramado, retirando as folhas caídas. Era dia de sol e algumas folhas caíram na piscina limpa, enquanto eu limpava.

Comecei a me aproximar de um homem alto, gordo e careca que também cortava a grama. Na verdade, era o dono do local e os filhos estavam com ele ajudando na faxina externa. De repente, vi uma pedra enorme e, me dei conta de que estávamos em cima de um pedregulho. E, lá embaixo, não muito abaixo, podia-se ver o mar e a praia. Então, disse: "Que lindo!" e um dos rapazes respondeu "Obrigado!". Ele era careca também e o outro tinha cabelo preto. Descemos!

O ambiente se transforma numa sala da casa. Paredes e portas na cor marrom. Tentei sair da casa, mas não consegui escalar de volta. Saí pela porta e foi difícil trancá-la. A mulher gorda e toda arrumada me xingou. Disse que eu, nem do jeito que eu estava, não era melhor do que ela. Ela era mãe dos guris e dona da casa. Quando saí, estava numa rua cheia de pessoas e lojas. Uma guria era vendedora ambulante de toalhas. Eu não conseguia caminhar, mas, com esforço, saí do lugar. Não queria que ela me abordasse. E, quando ela abordou outra pessoa, eu passei. Cheguei na esquina com duas toalhas enroladas em minhas mãos. Uma era preta e a outra amarela. Tinha a sensação de que eu havia roubado as toalhas. Voltei e joguei as toalhas em cima de um banco de madeira com assento azul que pertencia a um vendedor da esquina. 

Continuei meu caminho, estou, agora, na Cel. Lucas de Oliveira (Porto Alegre). Muitos carros parados  no sinal de outra rua que a cruzavam, enquanto outros carros desciam a Lucas. E dois cachorros descem a lomba correndo, um deles parecia ser um Dálmata e vinha em minha direção. Pensei que podia ser a Judy Poppy, minha falecida cachorrinha. A sensação me dizia que sim. Repentinamente, ela virou um cachorro minúsculo que cabia na palma da mão. Eu sentia que podia ser um tipo de bichinho da mata bem branquinho, similar a um verme com bico. Tive de montá-la, colocando a cabecinha de volta ao corpinho, por causa de sua fragilidade. Quando percebi, no final do sonho, ela estava em cima de um livro.

16/03/2017

A Guria Dourada

Anunciantes 5