domingo, 18 de dezembro de 2022

O Invasor

Estamos numa casa grande, com paredes brancas e porta de vidro. Um homem alto, usando óculos, entra na casa onde estou com minha sobrinha. Ele é obcecado por mim. Pego o telefone preto, sem fio e ligo pro 190, mas minha sobrinha me atrapalha e teclo errado. Ligo novamente, consigo linha e pergunto pra atendente se ela sabia onde eu estava, se o meu número já informava a minha localização. Não lembro se houve resposta. Só sei que pedi para minha sobrinha dizer a ela o endereço da nossa casa. Porém, não tenho certeza de que ela pegou o telefone e fez isso.

Eu me levanto e vou enfrentar o invasor. Aponto o dedo na cara dele e digo que, se ele tocasse na minha sobrinha, eu iria arrebentar a cara dele. De repente, olho para fora e vejo um policial de óculos, com uniforme preto, desses dos filmes americanos. Em outro momento, estou transando com um homem nos pés da minha cama, sobre uma caixa organizadora grande onde coloco os cobertores. Trocamos de posição e eu fico por cima dele, mas, antes disso, vejo o pênis enorme e ereto dele.

22/06/2022

A Guria Dourada

sexta-feira, 16 de dezembro de 2022

Mordida Na Maçã

Um local como se fosse o Ceasa, uma mulher gorda me pergunta se eu quero me alimentar. Respondo que sim. Então, ela começa a preparar um prato de salada verde, enquanto pego uma maçã e mordo. Posso ver que o lugar é uma tenda de venda de produtos agrícolas, dentro de um terreno enorme como se numa exposição ou algo assim. Ouço a música "A Whole New World" tocar. Quando saio do estabelecimento, estou caminhando pela Avenida Farrapos em Porto Alegre e dobro numa rua à direita, em direção à parada de ônibus.

21/06/2022

A Guria Dourada

quinta-feira, 15 de dezembro de 2022

Como Um Anjo Nu

Um carrão preto importando, meu cunhado e minha irmã estavam junto, ele era o motorista. Entrei pela frente, passando para trás, através deles, toda nua, pele lisinha, cabelos cacheados, linda e loira, me deitei no banco. Quando chegamos num local qualquer que parecia ser nosso destino, um homem magro e alto, parecendo meu amigo TW, abriu a porta do carro pra mim. Era noite, eu continuava nua.


20/06/2022

A Guria Dourada

terça-feira, 13 de dezembro de 2022

A Jornada do Letreiro

Eu estava na casa de meus pais. Minha mães era uma japonesa baixinha e de cabelo curto. Saímos para passear, fomos a algumas lojas. Queria um quadro branco de escrever, mas custava 44 reais. Um japoneses cabeludo e grisalho me mostrou os preços que estavam em post it colados na parte de dentro da portinha de um armário. Quando chamei minha mãe para ela me dar a lousa, o vendedor começou a dizer: "Não, não.. na próxima vez tu compras.". Ele não queria que minha mãe me desse de presente. Na hora, pareceu que ele achava um abuso pedir a ela. Não entendi! Então, saímos dali.

Estamos na rua, era noite. Acabei me atolando em algo macio e marrom. Parece meu cobertor, na verdade, edredom. O mais estranho era que ele tinha uma maciez diferente no início, quase uma lama de tão fofo. Até que ele voltou ao normal. Chamei minha mãe para ver e ela ficou olhando à distância. Naquele momento, achei que eu fosse ficar atolada ali, senti que era perigoso. Entretanto, consegui sair, mas não sem antes aproveitar a fofura do material.

Em outra ocasião, estou na casa da irmã P.. Eu precisava voltar para o meu apartamento. Havia algo de errado com meu computador, pois ela queria me dar outro. Ela insistia no assunto de uma forma bem autoritária. De repente, ela sai de outro quarto com um monitor em mãos e me oferece. Eu digo que só o monitor não me serve. Brava, ela levanta uma tampa retangular e mostra a parte restante do pc. Agora, era um Mcintosh antigo. Fui para a garagem, ouvia barulhos. Ela estava lá fora com alguns homens. Então, mais uma vez brava, ela fez um sinal para que eu entrasse. Tinha a sensação de que eu estava sempre com sono. Olhei para a rua e para tudo em volta e percebi que estavam colocando uma nova calçada na comunidade. A rua parecia ser cheia de inclinações, como num morro. Tudo era claro e havia escadas e rampas. Falo que seria difícil descer de bicicleta por ali, devido as inclinações, desvios e degraus. Um homem com cabelo loiro, amarrado e levemente comprido coordenava a obra. 

Estou em uma praça cheia de árvores. Homens morenos, vestindo macacões cor telha e com alguns desenhos se penduram em cordas nas árvores pelas mãos, se segurando, na verdade. Ficavam todos amontoados, parecendo fazer parte das árvores. Um deles se soltou, olhou para mim e voltou a se agarrar com uma só mão na corda pendurada no galho. Minha sensação  era de que eles moravam na rua e assim dormiam e se aqueciam. Ao mesmo tempo, aquilo dava a impressão de ser um sacrifício. Quem consegue passar uma noite inteira se segurando com uma mão só?

Era fim de tarde, ao fundo, a cidade seguia seu curso. Os carros passavam.. No meio do parque havia uma árvore enorme, grossa e cheia de galhos. Ela era bem verde e bonita. Quando olhei para cima, no meio dos galhos grossos, um que estava escondido, me chamou a atenção, pois tinha um letreiro luminoso que dizia: Deus é fiel!


15/06/2022

A Guria Dourada