Páginas

segunda-feira, 3 de maio de 2010

O quiçá da sobrevivência!


O mar, ah o mar, tanto nos acalenta e, de repente, alguém vem lhe dizer o quão insignificante ele é para a humanidade.

Outrora, nosso único desrespeito era nadar e não voltar mais. Contudo, quantos obtiveram uma segunda chance?! Tão imenso e bravo e tão generoso ao mesmo tempo esse mar. Hoje, sofredor. Amanhã, um perdedor. Sem algas, sem peixes.

E, no balançar das ondas é onde sempre nos perdemos. Mas, para qualquer um, lá no fundo, sempre um pingo de esperança. O que deixa a suspeita maré do Quiçá. Quiçá cessaremos pouco antes de um Natal próximo. Quiçá, como um tapa de luva, vivamos para nos encontrar na beira de uma praia qualquer.
Postar um comentário