segunda-feira, 7 de novembro de 2011

Médico é considerado culpado pela morte de Michael Jackson

Dr. Conrad Murray foi considerado resposánvel pela morte de Michael Jackson. Foto: Reuters
Dr. Conrad Murray foi considerado resposánvel pela morte de Michael Jackson
Foto: Reuters

Dr. Conrad Murray foi considerado culpado pela morte do cantor Michael Jackson. Nesta segunda-feira (7), o júri chegou a uma decisão depois de 42 dias de julgamento, na corte de Los Angeles, nos Estados Unidos. 

Infográfico:Confira os momentos mais importantes do julgamento de Conrad Murray
 
O juiz Michael Pastor considerou o crime inafiançável por se tratar de um caso de homicídio e Conrad Murray deixou a corte algemado e ficará sobre custódia do condado de Los Angeles. 

Pastor deu várias justificativas para a medida, principalmente pela própria segurança do réu, prevendo algum tipo de reação popular. Ele ainda lembrou que não foi uma caso de erro médico e sim um homicídio. "Uma pessoa foi morta", disse. 

A pena ainda não foi decidida, mas, além da prisão, o médico deve perder sua licença profissional. 

O médico foi considerado resposável pela morte do astro pop por medicá-lo com o forte anestésico Propofol, usado apenas em hospitais e ambientes controlados. Com a carga exaustiva de ensaios para os 50 shows que faria em Londres com a temporada This Is It, a partir de julho de 2009, Michael tinha diversos problemas de insônia e usava a droga para tentar dormir. 

Porém, no dia 25 de junho de 2009, o cantor sofreu uma parada respiratória em sua mansão, no bairro de Holmy Hills, em Los Angeles, e foi levado para o pronto-socorro do UCLA hospital, onde já chegou desacordado. Na autópsia ficou comprovado que o cantor morreu por intoxicação da droga, agravada por Diazepam e Lorazepam. 

Dias depois, Dr. Murray foi considerado o principal suspeito pela morte do cantor e foi indiciado réu por homicídio culposo, aquele que não há intensão de matar. Nas investigações, foi encontrado no quarto do astro pop diversos fracos de Propofol e outros remédios, além de acessórios hospitalares para a aplicação do remédio intravenoso, como seringas e bolsas de soro. 

No julgamento, iniciado no dia 27 de setembro, o promotor David Walgren acusou Murray de "grosseira negligência" por medicar o ícone pop com Propofol e não chamar o resgate imediatamente a sua parada. Na apresentação da defesa, o advogado Ed Chernoff alegou que o astro pop se medicou até morrer. Segundo ele, depois de aplicar apenas 25 mg de Propofol, por insistência do cantor, o Conrad se retirou do quarto. Michael Jackson, então, teria se automedicado com o anestésico. 

Fonte: Terra
Postar um comentário

Follow My Spotify Playlist!