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sexta-feira, 23 de setembro de 2011

SEXTANIMAL - Axolote e o poder da regeneração


O axolote ou axolotle (do nauatle axolotl) (Ambystoma mexicanum) é uma espécie de salamandra que não se desenvolve na fase de larva. É um exemplo de animal neoténico, pois conserva durante toda a vida brânquias externas, uma característica do estado larval. Os axolotes são muito usados em laboratório devido à sua capacidade de regeneração.[1]

Um axolote adulto pode medir de 15 a 45 cm embora o comprimento mais comum seja 23 cm e seja raro encontrar um espécimen com mais de 30 cm. Os axolotes possuem características típicas do estado larval das salamandras, incluindo brânquias externas e barbatanas caudais desde o final da cabeça prolongando se por toda a extensão da cauda. As cabeças são amplas e possuem olhos sem pálpebras. Os machos são identificáveis apenas na época de reprodução pela presença de cloacas muito mais pronunciadas e de aspecto redondo.
Ao contrário do que ocorre com seus parentes próximos, como sapos e rãs, que passam a viver na terra quando deixam as formas larvais, os axolotes permanecem na água por toda a vida. O seu único habitat natural consiste dos lagos próximos da Cidade do México, em especial o lago Xochimilco e o lago Chignahuapan, este último no estado de Puebla. No lago Chignahuapan são já bastante raros, devido à predação dos seus ovos por espécies não autóctones introduzidas pelo homem. Além disso, a capacidade de regeneração do axolote também traz alguns problemas, uma vez que em certas zonas do México é apreciado em caldos e pela medicina naturista (como vitamínico). O animal em questão pode se regenerar tanto que no caso de perder um membro ou seu rabo, consegue criar um completamente novo. Existem poucos registros que afirmam um axolote que se desenvolveu e saiu da fase de girino.

Fonte: Wikipedia


Curiosidade:

Axolote quer dizer cão de água.

Embora corram o risco de extinção no habitat natural, em cativeiro a população está saudável. Os animais hoje em cativeiro descendem de uma população importada no século XIX em França e foram colocados no Jardin des Plantes.
 



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