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quinta-feira, 3 de março de 2011

SEXTANIMAL - "As damas da noite!"

Os exageros advindos da tecnologia moderna sempre trazem consigo muitas preocupações  para os estudiosos, os pais e para os governos. Isso por que, como já expus aqui muitas vezes, acabam atingindo diretamente, os instintos comportamentais do indivíduo. O que pretendo dizer com isso é que, em forma de resposta rápida, conforme um reflexo, as pessoas tendem a cometer erros absurdos em relação a tudo.

É difícil separar o "repentino" de nossas vidas. Não conseguimos planejar tudo. Eis que, sempre inesperadamente, erramos. As vezes é difícil e, as vezes, é fácil consertar.

Logo, nesta SEXTANIMAL, eu venho falar de tecnologia pois ela está ligada às atitudes pessoais de cada um de nós, posto que evolui de nosso 'eu'.  A conexão humano-tecnológica é tão forte que pode influenciar as ações positiva ou negativamente. Podendo, portanto, prejudicar ou ajudar. Depende do ponto de vista. Esta força crescente pode tanto gravar um idiota ignorante chutanto uma coruja quanto condená-lo ao mesmo tempo. Ela pode criar desenhos de animais quanto me impedir de tirar uma foto de uma coruja pois a máquina era antiga, então demorei para tirar a foto. Consequência: a coruja saiu voando, depois de me olhar com aquela cara de quem diz.. "Demorou, perdeu!" 

Enfim, naquela noite fria de abril de 2000, na praia do Rosa/SC, eu poderia ter guardado melhor minha recordação com uma câmera digital. Mas, quando juntamos o fator ser humano a uma grande arma como a tecnologia atual, ou à falta dela, fica difícil manter o controle total.

Não estou dizendo que a culpa se deve ao uso de tecnologias avançadas ou ultrapassadas. Estou sim afirmando que não importa como, onde, quando, quem ou por que, somos tão vulneráveis às emoções que qualquer coisa em qualquer lugar e sem motivo, pode nos fazer ganhar ou perder, amar ou odiar, errar ou acertar. Tudo de acordo com nossa grande fraqueza, a impulsividade egoísta.

Portanto, depois de ter chego até aqui, me dei conta de que, se eu quiser escrever sobre o mundo animal a cada sexta-feira, eu posso simplesmente "falar" de mim ou de você.

Entretanto, prefiro ir de encontro à perfeição da natureza e hablar sobre os bichinhos em geral. E hoje não será diferente e sim especial: vou homenagear nossas "damas da noite", as corujas.




Corujas:

O termo coruja é a designação comum às aves estrigiformes, das famílias dos titonídeos e estrigídeos. Tais aves possuem hábitos crepusculares e noturnos e vôo silencioso devido à estrutura das penas, alimentando-se de pequenos mamíferos (principalmente de roedores), insetos e aranhas. Engolem suas refeições por inteiro, para depois vomitarem pelotas com pêlos e fragmentos de ossos.Moram em ninhos que ficam em cima de árvores. Na região do Amazonas, algumas espécies também são chamadas de murutucu.

A superstição popular diz que adivinham a morte com o seu piar e esvoaçar. Julgava-se também que essas aves gostam de azeite por visitarem as igrejas durante a noite, onde existiam lamparinas de azeite acesas. Na realidade elas procuravam os insectos atraídos pela luz das lamparinas. Os filhotes de corujas podem ser vítimas de outros predadores como o gavião. A coruja é considerada o símbolo da sabedoria. As corujas conseguem girar o pescoço 270 graus para ambos os lados a partir da posição central[1][2][3].

O símbolo da deusa grega do saber, Atena, é a coruja. Também considerada o símbolo da filosofia para muitos filósofos.

Reprodução

O período da reprodução dependente da espécie. A prole é entre cinco ovos por gestação. Depois da eclosão o macho cuida dos filhotes por dois meses até que estes aprendam a se defender.

Uma das caracteristicas marcantes da coruja é o fato da mesma fazer o seu ninho no solo, no local de muitas relvas baixas, próximo a árvores. Cavam no chão verticalmente até certo ponto, e depois prosseguem horizontalmente até o ponto definido para colocar o ninho livre de predadores. O macho fica de sentinela na árvore, cuidando do ninho, principalmente durante o dia. Na presença de um possível invasor os filhotes podem imitar sons de serpentes (sibilar) fazendo o agressor desistir do ataque.

Fonte: Wikipedia

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