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quarta-feira, 30 de março de 2011

Nossa reputação on line e os recrutadores (RHs)

Hoje, publiquei no meu blog de comunicação digital (Nora Comunicação) um artigo sobre nossa reputação on line e a relação com os recursos humanos.  O texto fala sobre como devemos nos portar na internet e quais as técnicas que os recrutadores podem usar para encontrar nosso nome e perfis das redes sociais nos buscadores. 

"Que medo de me encontrarem!"
Ora, eu concordo que devemos ter cuidado em revelar nossos dados pessoais e publicar fotos, artigos e textos que não comprometam nossa imagem. Mas, não acredito que, no Brasil e, em especial Porto Alegre, as empresas de recursos humanos se dêem o trabalho de pesquisar os candidatos na internet. Com a experiência de "campo" que tenho em procurar emprego, tenho certeza quando afirmo que a maioria não pesquisa nas redes sociais os candidatos. E os motivos dessa minha afirmação são variados:

1. Nas milhares de entrevistas que fiz ao longo dos anos, muitos recrutadores sequer leram meu currículo antes de me chamarem. Alguns não o tinham impresso ou não lembravam se eu mandei por e-mail ou pior.. não lembravam de terem me chamado e a vaga não tinha nada a ver com minha área;

2. Muitas empresas de RH não possuem site ou e-mail com domínio próprio, quem dirá uma mídia/rede social. Devem pensar que é coisa de alienados;

3. Como forma de "CRM" as redes sociais poderiam ser usadas, mas muitas empresas de RH não têm nenhum perfil na internet;

4. Já ouvi muitas recrutadoras dizerem que não selecionamos ou eliminamos candidatos por causa da internet;

5. Ainda imprimem currículos ou pedem para serem entregues na porta da empresa ou pelo correio convencional;

6. Muitas empresas não sabem nem fazer o perfil da vaga, imaginem esses pensando em vasculhar a internet em busca de um candidato;

7. Nunca me pediram meu cartão virtual ou meus perfis do Viadeo ou LinkedIn. Aliás, só para vagas especificamente de redes sociais é que me solicitaram meus blogs e outros endereços. E isso ocorreu uma vez e recentemente.

Bom, eu sei que pessoas e empresas sérias realmente pesquisam nas redes sociais e não sou contra. Mas, esse risco de ser eliminado da seleção por causa de uma foto ou texto indevidadmente publicados é meio relativo. Pois, esse risco de sermos nós mesmos e não gostarem corremos depois de contratados. Já me relataram casos em que a pessoa foi contratada num dia e despedida no outro. Tem ainda a questão da empatia. Ou seja, ninguém vai com a cara de ninguém nunca. 10 ou 20 candidatos são chamados e nunca estão satisfeitos. Já me aconteceu de ir para a final de uma seleção e não me empregarem por não ter experiência com eventos para a classe A.  Isso que eu tenho muita experiência na área de eventos para grandes empresas como Corretora Geral e BR Distribuidora. Mas, tudo bem!

Eu larguei de mão tudo isso e estou trabalhando pela internet e com a internet. Sou uma pessoa de personalidade forte, digo o que penso e tenho a intenção de divulgar o meu trabalho sem ser vulgar, desonesta ou metida. Apenas quero agradar meus clientes e deixá-los satisfeitos com o meu serviço, além de fazer amizades legais. 

E, como num dia convencional de trabalho numa empresa qualquer, nós conversamos, contamos um pouco de nossas vidas: com quem casamos, com quem saímos, qual foi a programação do fim de semana, etc. Eu personalizo meus diversos perfis: www.meadiciona.com/dionenora de acordo com a pessoa verdadeira, carinhosa, gentil, educada (que bate na porta mesmo ela estando aberta e pede licença) e forte que sou. A mesma pessoa que não gosta realmente de mentiras será encontrada tanto na vida real quanto na virtual. Entretanto, ainda assim, muita gente, sem motivo ou com um motivo apenas (empatia), não vão gostar de mim ou vão achar que estou diferente na foto.

Aah! Mas, nem todo o mundo gosta da Xuxa, do Michael Jackson, do Obama, da Dilma, do Rafa, da Gabriela, da Iolanda, da vizinha, do chefe, da.. do.. de.. 

Pra quem teve um presidente que mal sabia falar direito, é muita melindrosidade.

Se eu for atrás disso vou morrer de fome pois o trabalho do jeito tradicional não tava funcionando, então, eu mudei. Hoje, eu leio mais, aprendo mais pois estudo mais e me divirto mais também. Eu quero mais é ser vista e "sigam-me os bons!"
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