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sexta-feira, 4 de fevereiro de 2011

SEXTANIMAL - Um Touro em minha vida!


Nessa semana, conversando com meu marido sobre o passado, recordei de um fato que me chamou a atenção. Certa vez, quando eu tinha + ou - 14 anos, quando eu passeava com minha irmã Eugênia, nos deparamos com um Touro em plena Porto Alegre, nos arredores do Shopping Iguatemi. Morávamos perto dali e fomo a pé até o Mall, mas, para  chegar lá, pegamos uma atalho por um beco de terra, onde hoje é conhecido como rua Antonio Carlos Berta.

Exatamente no lugar do Bourbon Country havia uma casa, estilo fazenda e seus hectares percorria toda a área do estacionamento do Iguatemi. Havia um gramado extenso, vacas e um touro. Me impressionei com o olhar atento e penetrante do animal. Não havia cerca separando o beco, nós e aquele gigante touro. Pensem que eu messo 1,54 de altura hoje, então, o animal era realmente grande em relação a mim. Fiquei nervosa quando passei e não sabia como reagir. Como o touro ficou me encarando, também olhei fundo nos olhos dele e nõ desviei o olhar. Não sei se fiz certo, mas foi o que me ocorreu na hora. 

Lembrando.. não havia cerca.. e se ele viesse atrás de mim? Portanto, por isso tenho essa experiência como uma das mais radicais e cheias de adrenalina da minha vida (Claro! isso além do Rapel que pratiquei, mas é história para outro post). Sei lá.. nunca consegui esquecer aquela imagem. Sendo assim, apesar de não ter encontrado muita informação sobre os touros na internet, resolvi compartilhar algo aqui sobre esse animal que fez parte da história dourada de Dione Nora.

Obs.: A maioria das informações no Google se referem ao signo de Touro, logo, foi difícil de achr informação relevante.

Bovinos:

Os bovinos (latim científico: Bovinae) constituem uma sub-família de mamíferosartiodáctilos bovídeos, distribuídos por todos os continentes e com enorme importância econômica como fonte de leite e carne para o Homem. O grupo inclui cerca de 24 espécies agrupadas em nove gêneros. São ungulados de tamanho médio à grande, incluindo o boibisonte, o búfalo, o ianque, e os antílopes de quatro chifres e de chifres espirais (eland, kudu). A relação evolucionário entre os membros do grupo é obscura, e sua classificação em tribos soltas ao invés de sub-grupos formais reflete esta incerteza. As características gerais incluem presença de casco e geralmente pelo menos um dos sexos de uma espécie tem um chifre verdadeiro. doméstico, o
A tribo Boselaphini ou antílopes de quatro chifres são os últimos sobreviventes de com o formato muito similar àquele dos antepassados da subfamília inteira. Ambas as espécies têm características anatômicas e comportamentais primitivas e as fêmeas não têm nenhum chifre. São nativos das florestas da Índia, e tendem a evitar planícies abertas. O Nilgai foi introduzido no sul do Texas onde uma população de um pouco mais de dez mil animais fornece algum seguro a longo prazo para sua sobrevivência.
A tribo Bovini é composto de grandes pastadores, incluindo animais de significativa importância econômica, o gado doméstico, o búfalo, iaque, assim como parentes asiáticos menores, e grandes bovinos selvagens como o búfalo-africano e o bisonte americano.
As tribos Boselaphini e Bovini são em sua maioria de representantes asiáticos, os membros do tribe Strepsicerotini, os antílopes de chifres espiralados, são encontrados somente na África. Este grupo tende a ter tamanho grande, uma constituição mais leve, pescoço mais longo e ao dimorfismo sexual considerável. Sete das 9 espécies são do interesse de conservação, sendo classificado como de baixo risco e dependentes de conservação, e o dois restantes, o Eland comum e o Eland gigante estão seguros.



Touro:
 
Diversos 

Bovinos — nome comum da subfamília de mamíferos Bovinae cujos machos são designados touros ou bois 
Gado bovino — referente à criação pecuária de bovinos 
Taurus — uma constelação do zodíaco também conhecida como Touro 
Touro (astrologia) — um signo astrológico 
Boi (zodíaco) — signo astrológico chinês 

Geografia do Brasil  

Touros — município do estado do Rio Grande do Norte 

Geografia de Espanha 

Touro (Espanha) — um município galego da província da Corunha 

Geografia de Portugal 

Pico do Touro — acidente geológico do concelho de Lajes das Flores, ilha das Flores, Açores 
Rocha do Touro — acidente geológico do concelho de Lajes das Flores, ilha das Flores, Açores 
Touro (Vila Nova de Paiva) — uma freguesia no concelho de Vila Nova de Paiva 
Vila do Touro — uma freguesia do concelho do Sabuga 

Fonte: wikipedia   

Curiosidade:

Os touros são daltônicos, não têm qualquer sensibilidade às cores. Antigamente pensava-se que o vermelho atraía os touros. É por essa razão que os toureiros usam capa vermelha. Atualmente, os toureiros só usam a capa vermelha como símbolo. O que, na realidade, irrita os touros são os movimentos das capas à sua frente e não a cor das mesmas. Fonte: revista Rio Total


Sem rodeio - A história de um boi até ele virar bife

Há mais cabeças de dado do que gente no Brasil. Ainda que enviemos 43 milhões delas para o abatedouro todos os anos. Essa é a
história da vida de um filé antes de ele chegar ao seu prato.

1. MONTA NATURAL

É o jeito clássico de fazer filhos: na época de chuvas, a vaca entra no cio e o touro faz o que o touro deve fazer. Cerca de 90% dos
bezerros nascem assim.

2. INSEMINAÇÃO ARTIFICIAL

Há ainda a fertilização induzida. Mas como detectar o cio? Para isso, usam-se vacas lésbicas (que recebem hormônios masculinos) ou
touros que não conseguem fecundar (por causa de cirurgias que entortam o pênis ou amarram o prepúcio"). Esses animais carregam
sacos de tinta e, ao tentar acasalar, mancham a vaca.

3. FAZENDO BEZERROS

Identificando o cio, o veterinário usa uma das mãos para injetar a pipeta com sêmen na vagina da vaca. A outra ele coloca no ânus, para
sentir se está injetando no lugar certo. Também é preciso estimular o clitóris para provocar um orgasmo. O líquido liberado no clímax é
imprescindível à fecundação.

VACA SEM FILHO VAI PARA A BOLÍVIA

Quem não engravida vai para o abate. E a carne, considerada mais dura, é vendida a mercados secundários, como Bolívia e Peru.

4. NASCIMENTO

Os bezerrinhos nascem 10 meses depois. Eles serão amamentados e vacinados por 7 meses. Período concluído, as fêmeas voltam a
engravidar. E os bezerros começam a engorda.

5. PASTO

Nos próximos dois anos e meio, o boi levará a vida que pediu ao deus bovino. Vai comer, beber, mugir com os amigos e fazer boizinhos. Só tem uma obrigação: engordar normalmente.

6. CONFINAMENTO

O abate se aproxima e a engorda é acelerada. Os bois são castrados e, para não perder peso, passam quase 3 meses sem andar. Mas a ração é de primeira: capim, cereais, melaço de cana, vitaminas e sais.

7. TRANSPORTE

Para um boi, a morte pesa 450 kg. Ao atingir este peso, o animal é enviado ao matadouro. A viagem é estressante. O animal urina e sua
mais do que o normal e chega a perder até 3% do peso.

8. BANHO RELAX

As primeiras 24 horas no matadouro não são ruins. Para relaxar, recuperar o peso e esvaziar o intestino (o que facilitará a limpeza
das tripas), os bois só bebem água e tomam duchas.

9. EXAME FINAL

Uma hora antes do abate, os bois são examinados. Quem passar no teste vai para a fila do abate. Os doentes são mortos separadamente. Se a doença for grave, a carcaça é incinerada.

BOI DOENTE VIRA VELA

Se a doença não for grave, depois do abate a carcaça é enviada para a graxaria, onde será cozida numa panela de pressão gigante. O que sai é um caldo gorduroso, usado para fazer velas, detergentes, explosivos, tintas e pneus.

10. CORREDOR DA MORTE

Normalmente há curvas para que os animais não saibam o que está acontecendo. E, nas paredes, dispositivos antiempaque dão choques leves ou emitem ruídos. Um banho evita que a sujeira contamine a carne.

11. TIRO CERTEIRO

No boxe de atordoamento, o animal recebe um tiro com pistola de pressão – ou um dardo que perfura o cérebro e desmaia. A partir daí,
para que não corra o risco de acordar, o boi deve ser morto em no máximo 3 minutos.

12. DESMAIO

Uma portinhola se abre e o animal cai desacordado numa espécie de esteira. Ele será içado pelas patas para ficar com o pescoço para
baixo.

13. CORTE CERTEIRO

Primeiro, um corte na pele do pescoço. Depois, é só esticar o braço e chegar à jugular: o boi está oficialmente morto. Durante 3
minutos, seus 20 litros de sangue escorrerão numa canaleta para ser vendidos a fábricas de ração para cães e gatos.

14. CORTE E COSTURA

Começa o desmonte do boi. Os chifres são serrados, patas e rabos são cortados, o couro é retirado e o abdômen é aberto para a separação das vísceras. Só então a carcaça é colocada numa câmara de resfriamento para que a carne recupere seu ph normal – o estresse pré-morte libera ácido láctico, que endurece a carne.

15. BIFE NO PRATO

Cada brasileiro consome cerca de 26 quilos de carne por ano – terceiro maior consumo per capita do mundo, atrás da Argentina e dos
EUA.

UTILIDADES DA CARCAÇA


Mucosa do estômago – coalho e laticínios


Pêlos do rabo – pincéis e filtro de ar


Tripas – fios cirúrgicos, cordas para raquete e capa de salsicha


Casco das patas e chifres – Pó para extintor de incêndio e

lubrificantes.

Cálculos biliares – Pérolas artificiais


Couro – filme fotográfico, cola, gelatina e cápsulas farmacêuticas


Fonte: petfeliz 
 


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