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segunda-feira, 26 de abril de 2010

Se Deus é brasileiro, O Führer foi um patriarca gaúcho!


Era com o fusca azul e de moustache que ele agia.
Sob um olhar de covardia foi que tudo aconteceu.
Era a vergonha da família.
Solteira não havia de ficar.
A imaturidade do casa ou não casa. Difícial explicar!
Sua juventude foi testada e reprovada.
Dos seus braços foi roubado.
Aqueles dois comparsas, pelo dourado, tudo planejaram.
Grande tesouro receberam.
Nem São Mateus, nem o pobre anjo Gabriel.
À vida há de ser fiel.
Cresceu nem grosso, nem hostil, mas corpulento e resistente.
Porém, carente.
Ao dormir já não dorme.
Quem se comprometeu perante a lei.
Desobedeceu!
Subitamente, meu Hitler morreu.
O dolo continua.
À noite, a dor vira livro.
Inunda onde descansa.
O que ficou reclama: sente dor, sente solidão.
Mas, no segundo domingo eu ligo.
E pra ele tudo fica bem.
Tirou dos criadores, impediu. Foi recompensado!
Sem ter onde morar, só ouço o reclame.
Ora, a perda não foi minha?
O déspota, não existe mais.
Ficou o covarde que se isola.
Ao dourado, sem esmola, só restou a ouvidoria.
Mesmo depois de ter sido falsamente deixado na portaria.
Do Tirano para meu preferido Goebbels.
Dizia o bilhete: Saiu de NH sem Rech.
Não morrerá de câncer, não perecerá de virgem.
Sem rumo, sem história, viverá sem glória.
E o IV Reich sulista se instala.
Se difícil ficar, Angela F. J. Hitler é de confiança. Pode auxiliar!
E o mesmo curso se repete.
Solicito ao escolhido que não haja devolução e, sem aleitamento, recomendo 2 meses de reclusão. You will be Saving your account!
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